{"id":5258,"date":"2022-08-17T10:13:53","date_gmt":"2022-08-17T13:13:53","guid":{"rendered":"https:\/\/chpbrasil.com.br\/?p=5258"},"modified":"2022-08-17T10:26:38","modified_gmt":"2022-08-17T13:26:38","slug":"viabilidade-de-usina-a-biogas-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/chpbrasil.com.br\/en\/blog\/viabilidade-de-usina-a-biogas","title":{"rendered":"Viabilidade de usina a biog\u00e1s"},"content":{"rendered":"<p style=\"color:#000000;font-size:18px\" class=\"has-text-color\">Quando falamos em viabilidade estamos tratando do potencial de algo ser realizado. No caso de uma usina a biog\u00e1s, existem diversos fatores que podem determinar o potencial de instala\u00e7\u00e3o nos variados segmentos que produzem res\u00edduos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000;font-size:18px\" class=\"has-text-color\">Neste artigo, portanto, voc\u00ea vai descobrir os <strong>principais aspectos<\/strong> que podem influenciar na viabilidade de uma usina a biog\u00e1s na agropecu\u00e1ria, na ind\u00fastria agroaliment\u00edcia e no tratamento de RSU (Res\u00edduos S\u00f3lidos Urbanos).<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000;font-size:18px\" class=\"has-text-color\"><em>Continue lendo e confira!<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Aspectos que determinam a viabilidade de uma usina a biog\u00e1s<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Seja para uma cria\u00e7\u00e3o de animais, uma ind\u00fastria aliment\u00edcia ou um aterro sanit\u00e1rio, \u00e9 preciso considerar alguns fatores a fim de verificar se \u00e9 poss\u00edvel e pratic\u00e1vel ou n\u00e3o instalar uma usina a <a href=\"https:\/\/chpbrasil.com.br\/en\/biogas\/\">biog\u00e1s<\/a>: 1) a quantidade de res\u00edduos ou de animais existentes; 2) a exist\u00eancia de um biodigestor na propriedade; 3) composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do biog\u00e1s e 4) o porte do empreendimento.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. Quantidade de res\u00edduos ou de animais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Esse aspecto est\u00e1 muito relacionado \u00e0 quantidade de biog\u00e1s gerada na decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica que ser\u00e1 capaz de abastecer os equipamentos de gera\u00e7\u00e3o de energia, em especial os da CHP Brasil.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong> Agropecu\u00e1ria<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"> H\u00e1 uma varia\u00e7\u00e3o muito grande da quantidade de res\u00edduos gerados por cabe\u00e7a de animal; isso acontece pois <strong>depende totalmente do tipo de animal, tipo de alimenta\u00e7\u00e3o fornecida e tipo de cria\u00e7\u00e3o<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#030303\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">No caso de uma <strong>suinocultura<\/strong>, por exemplo, a partir de <strong>10 toneladas por dia<\/strong> de dejetos coletados e alimentados em um biodigestor s\u00e3o suficientes para <strong>viabilizar uma usina com gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica<\/strong>.  Esta quantidade corresponde a uma m\u00e9dia de 1000 su\u00ednos na fazenda, dependendo do tipo de cria\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Em uma <strong>cria\u00e7\u00e3o de gado de corte ou leiteiro<\/strong>, tamb\u00e9m come\u00e7amos a ter viabilidade t\u00e9cnico-econ\u00f4mica a partir de <strong>1000 cabe\u00e7as de animais.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Fecularia<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"> Em uma ind\u00fastria de f\u00e9cula de mandioca, o processo produtivo de extra\u00e7\u00e3o do amido ou fabrica\u00e7\u00e3o de farinha geram res\u00edduos com alta carga org\u00e2nica, que, quando tratados em um biodigestor podem produzir o biog\u00e1s. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"> Neste caso, para viabilizar um projeto de gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica com biog\u00e1s, \u00e9 necess\u00e1rio um biodigestor que atenda a produ\u00e7\u00e3o de efluentes equivalente a um<strong> m\u00ednimo de 50 ton\/dia<\/strong> de moagem de mandioca. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Aterro Sanit\u00e1rio<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">O aterro sanit\u00e1rio \u00e9 o local mais adequado para se realizar a destina\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos municipais. Mas, al\u00e9m de fazer o tratamento do chorume que foi gerado no processo de decomposi\u00e7\u00e3o para evitar a contamina\u00e7\u00e3o do solo e da \u00e1gua,  um aterro sanit\u00e1rio tamb\u00e9m pode aproveitar do produto gasoso dessa decomposi\u00e7\u00e3o  para produzir energia el\u00e9trica, : o biog\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Para que um projeto tenha viabilidade t\u00e9cnico-econ\u00f4mica para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica a partir do biog\u00e1s \u00e9 necess\u00e1rio que o aterro sanit\u00e1rio atenda a um n\u00famero de habitantes a partir de <strong>100 mil<\/strong>, tendo, por consequ\u00eancia um <strong>m\u00ednimo de 50 toneladas por dia de res\u00edduos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">2. Biodigestor<\/h3>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Neste quesito, consideramos duas possibilidades quando estamos avaliando a viabilidade: a presen\u00e7a e a aus\u00eancia de um biodigestor no empreendimento, seja uma cria\u00e7\u00e3o de animais ou uma fecularia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Mas antes de tratar dessas duas possibilidades, precisamos explicar rapidamente o que \u00e9 um biodigestor. Um <strong>biodigestor nada mais \u00e9 que um reator de digest\u00e3o <\/strong><a href=\"https:\/\/energiaebiogas.com.br\/glossario\"><strong>anaer\u00f3bia<\/strong><\/a>, isto \u00e9, um local que possui as condi\u00e7\u00f5es adequadas para desenvolver os microrganismos que degradam os res\u00edduos e transformam a mat\u00e9ria org\u00e2nica em biog\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Para abastecer os geradores, como dissemos anteriormente, \u00e9 necess\u00e1ria uma boa quantidade de biog\u00e1s produzido a partir da degrada\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos existentes. Logo, <strong>a presen\u00e7a de um biodigestor \u00e9 fundamental.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"><strong>Se a propriedade j\u00e1 conta com um biodigestor <\/strong>operando e queimando o biog\u00e1s, <strong>menor vai ser o investimento necess\u00e1rio para instala\u00e7\u00e3o da usina<\/strong>, tendo em vista que estar\u00e1 concentrado apenas no <a href=\"https:\/\/chpbrasil.com.br\/en\/produtos\/\">grupo gerador<\/a> e nos sistemas de tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Al\u00e9m disso, <strong>o<\/strong> <strong>payback<\/strong>, isto \u00e9, o tempo de retorno do investimento, tamb\u00e9m <strong>ser\u00e1 menor<\/strong>. Enquanto na necessidade de constru\u00e7\u00e3o de um biodigestor o payback come\u00e7a a partir dos 36 meses, na presen\u00e7a do biodigestor o payback se d\u00e1 a partir dos 16 meses.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do biog\u00e1s<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">A composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do biog\u00e1s \u00e9 um aspecto determinante em projetos para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. Al\u00e9m da concentra\u00e7\u00e3o de metano (CH4),  o biog\u00e1s possui outros constituintes em sua composi\u00e7\u00e3o, e v\u00e1rios deles s\u00e3o contaminantes que podem afetar o potencial energ\u00e9tico do biog\u00e1s. Dentre eles destacamos o sulfeto de hidrog\u00eanio (H2S),  um g\u00e1s que confere mau odor e que \u00e9 corrosivo e t\u00f3xico.<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Geralmente, em biog\u00e1s produzido por <strong>dejetos animais<\/strong>, tem-se pelo menos 60% de CH4 e mais de 1000 ppm de H2S. <\/li><li>Em <strong>fecularias<\/strong>, encontra-se mais de 55% de CH4 e pelo menos 500 ppm de H2S.<\/li><li> No caso de<strong> aterros sanit\u00e1rios<\/strong>, geralmente se encontra um biog\u00e1s pobre em CH4, entre 40 a 50%, al\u00e9m da presen\u00e7a de siloxanos. <\/li><\/ul>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Siloxanos s\u00e3o compostos de s\u00edlica presentes em cosm\u00e9ticos, alimentos, aditivos pl\u00e1sticos, e em aterros sanit\u00e1rios as concentra\u00e7\u00f5es podem variar desde quantidades insignificantes at\u00e9 algumas centenas de <a href=\"https:\/\/www.manualdaquimica.com\/fisico-quimica\/partes-por-milhao-ppm.htm\">ppm<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"><strong>O H2S (\u00e1cido sulfidrico) e os siloxanos s\u00e3o extremamente prejudiciais aos equipamentos de gera\u00e7\u00e3o de energia <\/strong>causando falhas abruptas na gera\u00e7\u00e3o e diminuindo a vida \u00fatil dos equipamentos. Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio que haja uma mitiga\u00e7\u00e3o apropriada com a instala\u00e7\u00e3o de <strong>sistemas de tratamento<\/strong> para remover esses compostos. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\"><strong>A CHP Brasil tem como um dos seus principais diferenciais a preocupa\u00e7\u00e3o com o tratamento do biog\u00e1s<\/strong>, tanto que considera que o sucesso de uma usina a biog\u00e1s depende de uma integra\u00e7\u00e3o de fatores que se iniciam desde o manejo do biodigestor, passando&nbsp; pelo tratamento do biog\u00e1s at\u00e9 a entrega da energia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Desta forma, fornece solu\u00e7\u00f5es para <strong>dessulfuriza\u00e7\u00e3o<\/strong> <strong>por microaera\u00e7\u00e3o<\/strong>, que possui<strong> custo operacional at\u00e9 10x menor<\/strong> que os sistemas convencionais por filtra\u00e7\u00e3o ou absor\u00e7\u00e3o por lavagem.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Porte do empreendimento<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Este aspecto est\u00e1 relacionado a um conceito chamado \u201ceconomia de escala\u201d, este conceito se refere basicamente \u00e0 <strong>vantajosa rela\u00e7\u00e3o inversa existente entre a quantidade de produ\u00e7\u00e3o e os custos operacionais<\/strong>, ou seja, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o de gastos quando h\u00e1 uma amplia\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">No caso das granjas, fecularias e aterros sanit\u00e1rios, isso significa que <strong>quanto maior o porte, mais f\u00e1cil ser\u00e1 de viabilizar,<\/strong> j\u00e1 que os custos para um gerador pequeno como de 75 kW, incluindo manuten\u00e7\u00e3o, pe\u00e7as e m\u00e3o-de-obra seriam semelhantes aos custos para um gerador maior como de 250 kW, por exemplo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Assim, <strong>a quantidade maior de res\u00edduos produzidos gerar\u00e1 mais biog\u00e1s<\/strong> e consequentemente, <strong>maior ser\u00e1 a energia el\u00e9trica gerada<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Portanto, o custo operacional de uma usina a biog\u00e1s em um aterro, por exemplo, que atende mais de 300 mil habitantes, vai estar bem mais controlado do que a de um aterro que atende 100 mil pessoas. <\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E ent\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Ap\u00f3s descobrir quais fatores influenciam na viabilidade de uma usina a biog\u00e1s, \u00e9 o momento de avaliar se seu empreendimento se enquadra neles. <\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000\" class=\"has-text-color has-normal-font-size\">Caso sim, n\u00e3o deixe de <a href=\"https:\/\/chpbrasil.com.br\/en\/fale-conosco\/\">entrar em contato conosco<\/a> e solicitar um or\u00e7amento.<br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"color:#000000;font-size:18px\" class=\"has-text-color\"><strong><em>Comece j\u00e1 a gerar energia a partir de seus res\u00edduos!<\/em><\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando falamos em viabilidade estamos tratando do potencial de algo ser realizado. 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